Monthly Archives: agosto 2015

projeto slaros.

do planeta terra… E não, isso não é da iss. Este é o projeto slaros… Uma câmera, alta altitude e balões… Uau. Que foto incrível! Vou ver vcs aqui amanhã!

Stratospheric POV of Sithonia & Kassandraprojeto slaros.
30.000m above northern Greece.

Stephen Hawking diz que robôs vão levar ao fim da espécie humana Cientista fez uma previsão sombria sobre o avanço da inteligência artificial.

Stephen Hawking diz que robôs vão levar ao fim da espécie humana
Cientista fez uma previsão sombria sobre o avanço da inteligência artificial.

Mais de mil especialistas, cientistas e pesquisadores escreveram uma carta alertando sobre o perigo de armas autônomas, munidas de inteligência artificial – os chamados “robôs matadores.”

Em carta, cientistas como Stephen Hawking e cofundador da Apple Steve Wozniak pleiteiam proibição de uso de inteligência artificial em armamentos.

Em carta, cientistas como Stephen Hawking e cofundador da Apple Steve Wozniak pleiteiam proibição de uso de inteligência artificial em armamentos.

Entre os signatários estão o cientista Stephen Hawking, o empreendedor Elon Musk e o cofundador da Apple Steve Wozniak. O documento será apresentado na Conferência Internacional Conjunta de Inteligência Artificial em Buenos Aires nesta terça-feira.
Os “robôs matadores” têm sido alvo de debate e foram tema de comitês na Organização das Nações Unidas, que considera proibir certos tipos de armas autônomas.
Agora, especialistas pedem a suspensão específica no uso de inteligência artificial para manusear armas que possam sair de “controle humano significativo.”
“Assim como a maioria dos químicos e biólogos não têm interesse em construir armas químicas ou biológicas, a maioria dos pesquisadores de inteligência artificial não têm interesse em construir armas com inteligência artificial – e não querem que outros interfiram em seu campo ao fazê-lo.”
Outros nomes na carta, publicada pelo Future of Life Institute (FLI), incluem o professor do MIT Noam Chomsky, o chefe de inteligência artifical do Google Demis Hassabis e o filósofo e cientista cognitivo Daniel Dennett.
Em dezembro, em entrevista à BBC, Hawking disse temer que o uso de inteligência artificial pudesse significar o fim da humanidade.
“Seres humanos, que são limitados por uma lenta evolução biológica, não poderiam competir [com inteligência artificial] e seriam substituídos”, disse.
Outros signatários da carta, como Eric Horvitz, chefe de pesquisa da Microsoft, deixaram claro que defendem o uso de inteligência artificial em outros campos de pesquisa.
“Você vê o quanto a informática fez para nossa sociedade, para a economia social, em atividades como cuidados de saúde – tem sido incrível. A inteligência artificial vai mudar muitas coisas”, disse.
“Com isso, há muita esperança, muitos possíveis benefícios e também algumas preocupações.”

“Se cair em um buraco negro, não se renda”, disse Hawking em uma entrevista coletiva em Estocolmo, na Suécia. “Há uma saída.” ” Será que estamos nos aproximando de universos alternativos? paralelos?

"Se cair em um buraco negro, não se renda", disse Hawking em uma entrevista coletiva em Estocolmo, na Suécia. "Há uma saída." " Será que estamos nos aproximando de universos alternativos? paralelos?

“Se cair em um buraco negro, não se renda”, disse Hawking em uma entrevista coletiva em Estocolmo, na Suécia. “Há uma saída.” ” Será que estamos nos aproximando de universos alternativos? paralelos?

Stephen Hawking diz que buracos negros podem levar a outro universo

Em nova reviravolta na sua visão do universo, físico britânico sugere que humanos não desapareceriam ao entrar em buraco negro, mas poderiam ‘cair em outro lugar’.

Supõe-se que seria uma viagem só de ida, mas em uma nova reviravolta nas explicações sobre o que ocorreria quando se “cai” em um buraco negro, o físico britânico Stephen Hawking afirmou que viajantes espaciais poderiam terminar em outro universo.

“Se cair em um buraco negro, não se renda”, disse Hawking em uma entrevista coletiva em Estocolmo, na Suécia. “Há uma saída.”
Hawking afirmou ainda que se o buraco fosse suficiente grande e estivesse girando, poderia ter uma passagem a um universo alternativo.
O famoso cientista considera que os objetos podem acabar armazenados sobre os limites de um buraco negro, região conhecida como horizonte de eventos. São as fronteiras do espaço a partir das quais supostamente nenhuma partícula pode sair, incluindo a luz.
Assegurando que essas estruturas não seriam um poço tão escuro como se pensa, Hawkins indicou que os humanos não desapareceriam ao cair em um buraco negro, mas permaneceriam como um “holograma” na margem ou “cairiam em outro lugar”.
Mistério prolongado
Os buracos negros são fenômenos cósmicos que se originam quando uma estrela colapsa. O restante de sua matéria fica limitado a uma pequena região, que logo dá lugar a um imenso campo gravitacional.
Por muito tempo se pensou que nada poderia escapar de sua gravidade, nem sequer a luz.
Em 1974, Hawking descreveu como os buracos negros emitiriam radiação, algo que com o tempo passou a ser conhecido como “radiação de Hawking”, ideia com a qual muitos físicos concordam hoje em dia.
Ele, contudo, também apontou inicialmente que a radiação emitida por um buraco negro acabaria evaporando e todas as informações sobre cada partícula despareceriam para sempre.
Em 2004, Hawking surpreendeu o mundo com um novo estudo, denominado O Paradoxo da Informação em Buracos Negros, em que mudava sua própria versão: em vez de absorver tudo, os buracos negros permitem que certas radiações escapem.
Deste modo, um buraco negro deixaria de ser o poço infinito que destrói tudo o que cai nele, e sua fronteira não estaria tão definida como se pensava.
Viagem ‘sem volta’
En 2012, enquanto buscavam esclarecer se a informação desaparece para sempre dentro de um buraco negro, John Polchinski e outros físicos já haviam descoberto que outro destino é possível.
Mas acrescentaram que o horizonte de eventos se converte em uma barreira antifogo gigante que incinera o que passar por ele.
À medida que fosse se aproximando do buraco, a diferença de gravidade entre seus pés e a cabeça aumentaria cada vez mais, e em algum momento você se partiria em dois. E logo essa força de maré, como se denomina essa atração, desgarraria cada célula, molécula e átomo de seu corpo.
Muitos físicos não gostaram dessa ideia. Segundo um dos princípios da relatividade de Einstein, uma pessoa que cruzasse o horizonte de eventos não deveria sentir nada diferente, apenas flutuaria no espaço.
A barreira antifogo, portanto, deixaria vulnerável o “princípio de equivalência”, uma regra muito respeitada, daí a resistência dos físicos a descartá-la.
De toda maneira, para verificar o que ocorre em um buraco negro você provavelmente teria que viajar ao interior de um deles.
E o próprio Hawking não é candidato a essa jornada.
“(Após entrar em um buraco negro) Não poderia voltar ao nosso universo, de modo que, ainda que esteja interessado em viajar ao espaço, não vou tentar”.

Criado mapa interativo da Teoria de Tudo

Desde o início da civilização”, escreveu Stephen Hawking em seu best-seller internacional Uma Breve História do Tempo, “as pessoas não têm se contentado em testemunhar eventos desconectados e inexplicáveis. Elas têm desejado uma compreensão da ordem subjacente no mundo. ”

Mapa interativo liga toda a física conhecida. Créditos: Quanta Magazine

Mapa interativo liga toda a física conhecida. Créditos: Quanta Magazine

Na busca de uma descrição coerente, unificada de toda a natureza — uma “teoria do tudo” — os físicos descobriram raízes ligando cada vez mais fenômenos díspares. Com a lei da gravitação Universal, Isaac Newton ligou a queda de uma maçã às órbitas dos planetas. Albert Einstein, em sua teoria da relatividade, teceu o espaço e o tempo em uma única malha e mostrou como as maçãs e planetas caem ao longo de curvas desse tecido. E hoje, todas as conhecidas partículas elementares conectam-se ordenadamente em uma estrutura matemática chamada o modelo padrão. Mas nossas teorias físicas permanecem crivadas com desuniões, buracos e inconsistências. Estas são questões profundas que devem ser respondidas em perseguição a teoria do tudo.

Um novo mapa da fronteira da física fundamental, construído pelo desenvolvedor interativo Emily Fuhrman da Quanta Magazine, faz questionamentos de peso mais ou menos de acordo com a sua importância no avanço do campo. Parecia natural para dar maior peso para a busca de uma teoria da gravidade quântica, que abarcaria a relatividade geral e a mecânica quântica, num quadro único. Em seu trabalho do dia-a-dia, porém, muitos físicos concentram mais no enraizamento da matéria escura, resolvendo o problema da hierarquia do Modelo Padrão, e ponderando os acontecimentos em buracos negros, esses engolidores misteriosos de espaço e tempo. Para cada questão, o mapa apresenta várias soluções propostas. As relações entre estas propostas formam uma rede de idéias.

Alguns dos principais temas dispostos no mapa são:

Astrônomos descobrem a galáxia mais distante no Universo conhecido

Batizada como EGSY8p7, ela está a 13,2 bilhões de anos-luz da Terra

A imagem mostra a localização da EGSY8p7 na escala de distância do universo conhecido, com detalhe para a observação feita pelo observatório Keck - ADI ZITRIN, CALIFORNIA INSTITUTE OF TECHNOLOGY

A imagem mostra a localização da EGSY8p7 na escala de distância do universo conhecido, com detalhe para a observação feita pelo observatório Keck – ADI ZITRIN, CALIFORNIA INSTITUTE OF TECHNOLOGY

Astrônomos do observatório Keck, no Havaí, anunciaram a descoberta da galáxia mais distante da Terra no Universo conhecido. A EGSY8p7 está localizada a 13,2 bilhões de anos-luz de distância. Como o Universo tem idade estimada em 13,8 bilhões de anos, isto significa que a galáxia observada já tinha se formado apenas 600 milhões de anos após o Big Bang, informa o site Space.com.

A descoberta foi feita com o auxílio de um espectrógrafo infravermelho, que captou as linhas de emissão Lyman-alfa do hidrogênio presenta na galáxia aquecido pela ação da radiação ultravioleta das suas estrelas recém-formadas. E captar essas emissões a uma distância tão grande surpreendeu os pesquisadores.

– Nós vemos frequentemente linhas de emissão Lyman-alfa em objetos próximos, e este é um dos indicadores mais confiáveis de estrelas em formação – afirmou em comunicado o líder do estudo, Adi Zitrin, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, em Pasadena. – Entretanto, na medida em que penetramos mais profundamente no universo, o espaço entre as galáxias contém um crescente número de nuvens escuras de hidrogênio molecular, que absorvem o sinal.

O inesperado resultado pode jogar nova luz no entendimento de como o Universo evoluiu em seus primeiros anos. Os astrônomos pensam que o Universo foi completamente opaco a emissões Lyman-alfa por 400 milhões de anos após o Big Bang, por causa da difusão do hidrogênio molecular, mas isso começou a mudar com a formação das primeiras galáxias e o nascimento das primeiras estrelas.

Este processo, conhecido como reionização cósmica, aconteceu gradualmente, com hidrogênio sendo transformado em íons em bolhas que se expandiam. Eventualmente, essas bolhas se tocavam, tornando o universo transparente para as emissões Lyman-alfa. A detecção da EGSY8p7 sugere que o processo de reionização não foi uniforme, com algumas áreas sendo limpas do hidrogênio molecular antes de outras.

– Em alguns aspectos, o período de reionização cósmica é a peça final para o entendimento da evolução do Universo – disse Zitrin. – Além de empurrar a fronteira do que vemos para um tempo em que o Universo tinha apenas 600 milhões de anos, o que é excitante sobre a descoberta é que o estudo de fontes como a EGSY8p7 vai oferecer nova visão sobre como esse processo ocorreu.