Observatório do Valongo é aberto ao público no centro do Rio

Construída em 1876, a Luneta Pazos, mais antigo telescópio em funcionamento no Brasil, poderá ser vista de perto por quem gosta de astronomia. O Observatório do Valongo, no morro da Conceição, zona portuária, está aberto ao público. Embora receba excursões colegiais, o observatório é a escola de astronomia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Com a revitalização do porto, cariocas e turistas redescobriram o casario colonial do morro e as rodas de samba da Pedra do Sal – onde escravos descarregavam o sal trazido pelas embarcações. Cresceu também a curiosidade pelo Valongo.

Foi criado, então, um roteiro pela instituição. O circuito pode ser feito em 20 minutos, pelos mais apressados, ou ultrapassar os 40 minutos. “Depende muito da interação e da curiosidade do público”, diz o astrônomo Daniel Mello. Entre os destaques está a Luneta Pazos, criada na Officina de Óptica e Instrumentos Scientíficos de José Hermida Pazos, espanhol com escritório na Rua do Hospício (hoje Buenos Aires, no centro). Na propaganda da casa, que fabricava binóculos e aparelhos ópticos, o aviso de que o local era visitado por d. Pedro II e o genro, o Conde D’Eu, marido da princesa Isabel. A luneta fica na cúpula chamada de Casa das Bruxas, pela forma cônica do teto.

Outro instrumento importante é o Equatorial Cooke & Sons, terceiro maior telescópio refrator do País, com 6 metros de comprimento. O telescópio refrator funciona com lentes; quanto maior o comprimento, maior a capacidade de ampliar o objeto. Já o refletor funciona com espelhos; o cumprimento não influencia na capacidade de ampliação.

Objetos do fim do século XIX e início do século XX também são expostos, como estereoscópios, cronômetros, altímetros e barógrafos. Uma curiosidade: um teodolito T4, usado para determinar coordenadas celestes, adquirido em 1969 da Alemanha de forma incomum para os padrões atuais – trocado por sacas de café.

O Observatório do Valongo é o segundo mais antigo do País, criado a partir de uma cisão no Observatório Nacional. O engenheiro Manoel Pereira Reis defendia que a astronomia não deveria ser usada para pesquisa, para “especular” sobre os astros, mas aplicada na engenharia, como forma de demarcar fronteiras, explica o diretor Heitor Rocha-Pinto. “Hoje ninguém aqui concorda com ele. Mas essa é a nossa origem”, brinca. A primeira sede do

observatório foi erguida em 1881 no Morro de Santo Antônio. Por causa do projeto de demolição do morro, foi transferido nos anos 20 para a chácara do Valongo, que funcionara como local de engorda de escravos. A partir da década de 1930, o observatório cai no ostracismo, com a morte do último astrônomo desta primeira etapa. A chácara ficou abandonada, foi invadida, instrumentos se perderam. Em 1957, com nova cisão no Observatório Nacional, o projeto de instituição de ensino é retomada. “Dessa vez, é astronomia para astrônomos, não para engenheiros”, diz Rocha-Pinto.

SERVIÇO:

Observatório do Valongo/UFRJ

Ladeira Pedro Antônio, 43 – Morro da Conceição, Centro

21 2263-0685

Visitação: de segunda a sexta-feira, das 11h às 16h

Sessão de cúpula: primeira e terceira quartas-feiras do mês

Construída em 1876, a Luneta Pazos, mais antigo telescópio em funcionamento no Brasil, poderá ser vista de perto por quem gosta de astronomia. O Observatório do Valongo, no morro da Conceição, zona portuária, está aberto ao público. Embora receba excursões colegiais, o observatório é a escola de astronomia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Com a revitalização do porto, cariocas e turistas redescobriram o casario colonial do morro e as rodas de samba da Pedra do Sal-onde escravos descarregavam o sal trazido pelas embarcações. Cresceu também a curiosidade pelo Valongo

Construída em 1876, a Luneta Pazos, mais antigo telescópio em funcionamento no Brasil, poderá ser vista de perto por quem gosta de astronomia. O Observatório do Valongo, no morro da Conceição, zona portuária, está aberto ao público. Embora receba excursões colegiais, o observatório é a escola de astronomia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Com a revitalização do porto, cariocas e turistas redescobriram o casario colonial do morro e as rodas de samba da Pedra do Sal-onde escravos descarregavam o sal trazido pelas embarcações. Cresceu também a curiosidade pelo Valongo

O diretor do Observatório do Valongo, Helio Rocha-Pinto, examina a Luneta Pazos, construída em 1876, mais antigo telescópio em funcionamento no Brasil. O Observatório do Valongo, no morro da Conceição, zona portuária, está aberto ao público. Embora receba excursões colegiais, o observatório é a escola de astronomia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Com a revitalização do porto, cariocas e turistas redescobriram o casario colonial do morro e as rodas de samba da Pedra do Sal-onde escravos descarregavam o sal trazido pelas embarcações. Cresceu também a curiosidade pelo Valongo

O diretor do Observatório do Valongo, Helio Rocha-Pinto, examina a Luneta Pazos, construída em 1876, mais antigo telescópio em funcionamento no Brasil. O Observatório do Valongo, no morro da Conceição, zona portuária, está aberto ao público. Embora receba excursões colegiais, o observatório é a escola de astronomia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Com a revitalização do porto, cariocas e turistas redescobriram o casario colonial do morro e as rodas de samba da Pedra do Sal-onde escravos descarregavam o sal trazido pelas embarcações. Cresceu também a curiosidade pelo Valongo

O diretor do Observatório do Valongo, Helio Rocha-Pinto, examina a Luneta Pazos, construída em 1876, mais antigo telescópio em funcionamento no Brasil. O Observatório do Valongo, no morro da Conceição, zona portuária, está aberto ao público. Embora receba excursões colegiais, o observatório é a escola de astronomia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Com a revitalização do porto, cariocas e turistas redescobriram o casario colonial do morro e as rodas de samba da Pedra do Sal-onde escravos descarregavam o sal trazido pelas embarcações. Cresceu também a curiosidade pelo Valongo

O diretor do Observatório do Valongo, Helio Rocha-Pinto, examina a Luneta Pazos, construída em 1876, mais antigo telescópio em funcionamento no Brasil. O Observatório do Valongo, no morro da Conceição, zona portuária, está aberto ao público. Embora receba excursões colegiais, o observatório é a escola de astronomia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Com a revitalização do porto, cariocas e turistas redescobriram o casario colonial do morro e as rodas de samba da Pedra do Sal-onde escravos descarregavam o sal trazido pelas embarcações. Cresceu também a curiosidade pelo Valongo

Construída em 1876, a Luneta Pazos, mais antigo telescópio em funcionamento no Brasil, poderá ser vista de perto por quem gosta de astronomia. O Observatório do Valongo, no morro da Conceição, zona portuária, está aberto ao público. Embora receba excursões colegiais, o observatório é a escola de astronomia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Com a revitalização do porto, cariocas e turistas redescobriram o casario colonial do morro e as rodas de samba da Pedra do Sal-onde escravos descarregavam o sal trazido pelas embarcações. Cresceu também a curiosidade pelo Valongo

Construída em 1876, a Luneta Pazos, mais antigo telescópio em funcionamento no Brasil, poderá ser vista de perto por quem gosta de astronomia. O Observatório do Valongo, no morro da Conceição, zona portuária, está aberto ao público. Embora receba excursões colegiais, o observatório é a escola de astronomia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Com a revitalização do porto, cariocas e turistas redescobriram o casario colonial do morro e as rodas de samba da Pedra do Sal-onde escravos descarregavam o sal trazido pelas embarcações. Cresceu também a curiosidade pelo Valongo

O astrônomo Daniel Mello explica o funcionamento da Luneta Pazos, construída em 1876, mais antigo telescópio em funcionamento no Brasil, que pode ser vista no Observatório do Valongo, no morro da Conceição, zona portuária do Rio de Janeiro. Embora receba excursões colegiais, o observatório é a escola de astronomia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Com a revitalização do porto, cariocas e turistas redescobriram o casario colonial do morro e as rodas de samba da Pedra do Sal-onde escravos descarregavam o sal trazido pelas embarcações. Cresceu também a curiosidade pelo Valongo

O astrônomo Daniel Mello explica o funcionamento da Luneta Pazos, construída em 1876, mais antigo telescópio em funcionamento no Brasil, que pode ser vista no Observatório do Valongo, no morro da Conceição, zona portuária do Rio de Janeiro. Embora receba excursões colegiais, o observatório é a escola de astronomia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Com a revitalização do porto, cariocas e turistas redescobriram o casario colonial do morro e as rodas de samba da Pedra do Sal-onde escravos descarregavam o sal trazido pelas embarcações. Cresceu também a curiosidade pelo Valongo

Construída em 1876, a Luneta Pazos, mais antigo telescópio em funcionamento no Brasil, poderá ser vista de perto por quem gosta de astronomia. O Observatório do Valongo, no morro da Conceição, zona portuária, está aberto ao público. Embora receba excursões colegiais, o observatório é a escola de astronomia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Com a revitalização do porto, cariocas e turistas redescobriram o casario colonial do morro e as rodas de samba da Pedra do Sal-onde escravos descarregavam o sal trazido pelas embarcações. Cresceu também a curiosidade pelo Valongo

Construída em 1876, a Luneta Pazos, mais antigo telescópio em funcionamento no Brasil, poderá ser vista de perto por quem gosta de astronomia. O Observatório do Valongo, no morro da Conceição, zona portuária, está aberto ao público. Embora receba excursões colegiais, o observatório é a escola de astronomia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Com a revitalização do porto, cariocas e turistas redescobriram o casario colonial do morro e as rodas de samba da Pedra do Sal-onde escravos descarregavam o sal trazido pelas embarcações. Cresceu também a curiosidade pelo Valongo

O astrônomo Daniel Mello explica o funcionamento da Luneta Pazos, construída em 1876, mais antigo telescópio em funcionamento no Brasil, que pode ser vista no Observatório do Valongo, no morro da Conceição, zona portuária do Rio de Janeiro. Embora receba excursões colegiais, o observatório é a escola de astronomia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Com a revitalização do porto, cariocas e turistas redescobriram o casario colonial do morro e as rodas de samba da Pedra do Sal-onde escravos descarregavam o sal trazido pelas embarcações. Cresceu também a curiosidade pelo Valongo

O astrônomo Daniel Mello explica o funcionamento da Luneta Pazos, construída em 1876, mais antigo telescópio em funcionamento no Brasil, que pode ser vista no Observatório do Valongo, no morro da Conceição, zona portuária do Rio de Janeiro. Embora receba excursões colegiais, o observatório é a escola de astronomia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Com a revitalização do porto, cariocas e turistas redescobriram o casario colonial do morro e as rodas de samba da Pedra do Sal-onde escravos descarregavam o sal trazido pelas embarcações. Cresceu também a curiosidade pelo Valongo

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