Universo sem limites.
Eclipse solar visto da Estação Casey, em Vincennes Bay, na Antártida, em 2014
A boa notícia para os admiradores dos astros, porém, vem acompanhada por outras desanimadoras.
Somente quem estiver em regiões remotas do hemisfério norte, como Groenlândia, e do oceano Ártico poderá ver o eclipse total do Sol. Um eclipse parcial será visto da Europa e de áreas do norte da África e Ásia.
Já a superlua, que poderá ser vista em diversas regiões do globo, não será tão impactante. A data coincide com o início da lua nova, e o fenômeno é mais fácil de ser observado quando há lua cheia. Mas no dia 29 de agosto deve ocorrer uma superlua cheia, então aguarde.
Para quem vive no hemisfério norte e quiser tentar observar o Sol - ou uma pontinha dele - sumindo por trás da Lua, o eclipse começa às 7h41 GMT (hora de Greenwich, na Inglaterra), atinge o seu pico às 9h45 GMT e termina por volta das 11h50 GMT. Nas ilhas Faroé, que ficam entre a Islândia e a Noruega, o evento terá a sua maior duração, com cobertura total do Sol pela Lua de 2 minutos e 4 segundos
Entenda
O eclipse total ocorre quando a Lua se interpõe entre a Terra e o Sol, lançando uma sombra lunar sobre a superfície da Terra. O evento é raro, porque ocorre uma vez a cada três séculos para cada localização geográfica.
Já a superlua acontece quando a Lua alcança o perigeu, ponto em que ela fica mais próxima da Terra devido a sua órbita elíptica, e, por isso, parece muito maior.