Monthly Archives: outubro 2014

PLANETA TERRA

PLANETA TERRA Poucos dias depois do início do outono no Hemisfério Norte, o satélite da Nasa (agência espacial americana) registrou as cores das folhas caídas em torno dos Grandes Lagos, entre o Canadá e os Estados Unidos. De acordo com a agência, é possível avistar as folhas, pois a pigmentação delas muda neste período, já que elas produzem menos clorofila

PLANETA TERRA
Poucos dias depois do início do outono no Hemisfério Norte, o satélite da Nasa (agência espacial americana) registrou as cores das folhas caídas em torno dos Grandes Lagos, entre o Canadá e os Estados Unidos. De acordo com a agência, é possível avistar as folhas, pois a pigmentação delas muda neste período, já que elas produzem menos clorofila

AGLOMERADOS RICOS EM ESTRELAS

AGLOMERADOS RICOS EM ESTRELAS - Imagem obtida por telescópio no Observatório de La Silla mostra estrelas azuis de um dos aglomerados abertos mais ricos em estrelas que se conhece atualmente - o Messier 11, também conhecido por NGC 6705 ou aglomerado do Pato Selvagem. O Messier 11 é um aglomerado aberto, ou aglomerado galáctico como é algumas vezes referido, situado a cerca de 6.000 anos-luz de distância na constelação do Escudo. O Messier 11 é um dos aglomerados abertos mais compactos e ricos em estrelas, com uma dimensão de quase 20 anos-luz e acolhendo cerca de 3.000 estrelas

AGLOMERADOS RICOS EM ESTRELAS – Imagem obtida por telescópio no Observatório de La Silla mostra estrelas azuis de um dos aglomerados abertos mais ricos em estrelas que se conhece atualmente – o Messier 11, também conhecido por NGC 6705 ou aglomerado do Pato Selvagem. O Messier 11 é um aglomerado aberto, ou aglomerado galáctico como é algumas vezes referido, situado a cerca de 6.000 anos-luz de distância na constelação do Escudo. O Messier 11 é um dos aglomerados abertos mais compactos e ricos em estrelas, com uma dimensão de quase 20 anos-luz e acolhendo cerca de 3.000 estrelas

Nave espacial da Virgin cai nos EUA; polícia confirma um morto

A nave espacial suborbital SpaceShipTwo, da Virgin Galactic, caiu nesta sexta-feira (31) pouco depois das 10h (15h pelo horário de Brasília) após enfrentar dificuldades durante um voo de teste na Califórnia, nos Estados Unidos. Dois pilotos estavam a bordo e segundo autoridades locais, um deles morreu e outro está gravemente ferido. A informação não foi confirmada pela Virgin.

A nave SpaceShipTwo, da Virgin Galactic, aciona seu foguete de propulsão em voo de teste sobre o deserto do Mojave, na Califórnia. A nave registrou uma anomalia e caiu sobre o deserto, logo após iniciar voo solo. A imagem foi feita em abril de 2013

A nave SpaceShipTwo, da Virgin Galactic, aciona seu foguete de propulsão em voo de teste sobre o deserto do Mojave, na Califórnia. A nave registrou uma anomalia e caiu sobre o deserto, logo após iniciar voo solo. A imagem foi feita em abril de 2013

Stuart Witt, CEO do Mojave Air and Space Port, afirmou a jornalistas após o acidente que o acidente deixou um morto. “Por volta das 10:12 tomamos conhecimento de uma anomalia durante o vôo e implementado o nosso plano de resposta pré-planejada”, afirmou. “Nós sabemos que um dos membros da tripulação foi encontrado por equipes de emergência, tratado no local e transportado para Antelope Valley Hospital. Também sabemos que tivemos uma fatalidade”, disse Witt.

 Imagem registra o que parece ser a explosão da nave SpaceShipTwo parece explodir no ar durante voo de teste nesta sexta-feira (31) no deserto do Mojave, na Califórnia. O acidente deixou um piloto morto e outro gravemente ferido. Destroços da nave estão espalhados pelo deserto

Imagem registra o que parece ser a explosão da nave SpaceShipTwo parece explodir no ar durante voo de teste nesta sexta-feira (31) no deserto do Mojave, na Califórnia. O acidente deixou um piloto morto e outro gravemente ferido. Destroços da nave estão espalhados pelo deserto


Em entrevista à Reuters, o porta-voz do escritório do xerife do condado de Kern, Ray Pruitt, afirmou que o co-piloto da nave morreu no acidente, enquanto o piloto foi ejetado e está ferido.
A própria Virgin Galactic comunicou problemas no voo de teste. “Durante o (voo de) teste, o veículo sofreu uma anomalia séria, que resultou na perda da SpaceShipTwo. Nossa primeira preocupação é a situação dos pilotos, que no momento é desconhecida”, informou a empresa em um post no microblog Twitter.
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A Virgin Galactic, que pertence ao grupo Virgin, fundada pelo bilionário britânico Richard Branson, vinha testando a possibilidade de voos de turismo no espaço. O teste foi conduzido por uma empresa parceira no projeto, a Scaled Composites. Em sua conta no Twitter, Richard Branson informou que estava a caminho do deserto do Mojave, onde ocorreu o acidente. “Meus pensamentos estão com todos @virgingalactic & Scaled [Composites], obrigado por todas as suas mensagens de apoio. Estou voando para o Mojave imediatamente para estar com a equipe”, postou.

 

Turismo no espaço

A SpaceShipTwo estava sendo desenvolvida pela Virgin Galactic para levar passageiros ao espaço. Mais de 800 pessoas pagaram ou fizeram depósitos para voar a bordo da nave espacial, que vai a uma altitude de cerca de 110 quilômetros. Entre milionários e famosos que já haviam feito sua reserva estão os atores Leonardo DiCaprio e Ashton Kutcher.

A nave espacial é baseada em um protótipo, chamado SpaceShipOne, que há 10 anos ganhou o direito de desenvolver a primeira nave espacial privada para voar no espaço.

O acidente é um grande revés para a Virgin Galactic, um ramo dos EUA com sede em Londres do Virgin Group, empresa do bilionário Richard Branson. Com capacidade para seis passageiros, a nave é comandada por dois pilotos com o objetivo de fazer os primeiros voos espaciais suborbitais comerciais do mundo.

A nave SpaceShipTwo, da empresa Virgin Galactic, se desprende da aeronave WhiteKnightTwo, antes de registrar anomalia e cair nesta sexta-feira (31) no deserto do Mojave, na Califórnia. Um piloto morreu e outro está internado com ferimentos graves

A nave SpaceShipTwo, da empresa Virgin Galactic, se desprende da aeronave WhiteKnightTwo, antes de registrar anomalia e cair nesta sexta-feira (31) no deserto do Mojave, na Califórnia. Um piloto morreu e outro está internado com ferimentos graves


A Virgin Galactic também planejava usar seus jatos transportadores para lançar pequenos satélites e cargas úteis em órbita.

Este é o segundo acidente da semana envolvendo uma empresa espacial norte-americana. Na terça-feira, um foguete da Orbital Sciences explodiu após a decolagem da base na Ilha de Wallops, na Virgínia, que pertence à Nasa (agência espacial norte-americana).14791118607_956x500 14791121011_956x500

Militar que matou Bin Laden revelará sua identidade na televisão

O militar da unidade de elite da Marinha dos Estados Unidos que matou o líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, revelará sua identidade em um documentário que será exibido em novembro no canal Fox, anunciou na quarta-feira a emissora.

O documentário de duas horas de duração, intitulado “O homem que matou Osama bin Laden” será mostrado em duas partes, nos dias 11 e 12 de novembro, e inclui uma entrevista com o militar, explicou a Fox em comunicado .

O militar fez parte do comando especial dos Navy Seals que executou a operação para eliminar o terrorista em Abbottabad, no Paquistão.

A Fox afirmou que explicará detalhes da operação no documentário, como foram os últimos minutos de Bin Laden e o papel do militar no comando especial.

Além disso, a emissora mostrará imagens até agora inéditas da cerimônia do último aniversário dos atentados de 11 de setembro de 2001 no Museu da Memória de Nova York, na qual o militar que matou Bin Laden doou a camisa que usou durante a missão.

As ações dos Navy Seals não costumam ser divulgadas e as identidades de seus membros são mantidas em segredo e somente são divulgadas quando um deles morre, mas sem detalhar as circunstâncias reais da morte, por razões de segurança.

No entanto, esta não será a primeira vez que a Fox identifica um dos membros do comando que matou Bin Laden.

Em 2012, a emissora revelou a identidade de Matt Bissonnette, de 36 anos, já reformado e autor do livro “No Easy Day: The Firsthand Account of the Mission That Killed Osama bin Laden” (Não Há Dia Fácil: relatos em primeira mão da missão que matou Osama bin Laden, tradução livre), que assinou sob o pseudônimo de Mark Owen.

Bin Laden morreu na noite de 1º para 2 de maio de 2011, depois de ser considerado procurado pelos Estados Unidos por mais de uma década.
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Os Estados Unidos sempre focaram as buscas a Osama bin Laden nas regiões remotas da fronteira entre Afeganistão e Paquistão, área de atuação da milícia Taleban

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Pelo menos desde agosto de 2010, porém, a CIA obteve indícios fortes de que o líder da Al Qaeda estava morando em uma mansão fortificada em Abbottabad (a 100 km de Islamabad), cidade sede da principal academia militar do Paquistão, e passou a monitorar o local, segundo fontes oficiais norte-americanas

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A mansão, avaliada em US$ 1 milhão e localizada a cerca de 800 metros da academia militar, é cercada por muros de 4,5 metros, revestidos de arame farpado, que impediam a observação do interior, informou a CIA

De acordo com fontes oficiais dos EUA, por volta de 0h30 do domingo (horário local), 20 homens da Seal (força especial da Marinha norte-americana), orientados pela CIA e autorizados pelo presidente dos EUA, Barack Obama, chegaram em helicópteros e desceram à mansão em cordas e foram recebidos por tiros
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Há divergências sobre o número de helicópteros, que seriam entre dois e quatro. Um dos helicópteros caiu após ser atingido ou depois de apresentar problemas mecânicos e foi explodido pelos Seals}
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Bin Laden foi morto com um tiro após resistir, segundo informações de autoridades dos EUA. Além do saudita, três homens foram mortos na ação, que durou cerca de 40 minutos. Uma mulher foi atingida na perna. Nenhum dos militares ficou ferido
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A mansão ficou em chamas após a ação. Um vídeo filmado no local horas depois do ocorrido mostra a casa completamente bagunçada e com várias marcas de sangue, além de um buraco enorme na parede

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O corpo de Bin Laden foi levado por um dos helicópteros e jogado no Mar da Arábia, após ter sido velado de acordo com os preceitos islâmicos, segundo a versão relatada pela Casa Branca

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Uma mancha solar gigante

A chuva pode estar rara no Sudeste brasileiro, mas o clima espacial anda prodigioso em tempestades solares, com o aparecimento da maior mancha solar já vista nos últimos 24 anos. Ela é do tamanho do planeta Júpiter!

 

Uma mancha solar gigante

Uma mancha solar gigante


É bem verdade que estamos na época de pico de atividade do Sol em seu ciclo de 11 anos — o chamado máximo solar. Mas ainda assim a mancha impressiona. Entre os dias 18 e 27 de outubro, ela produziu nada menos que sete erupções solares da classe X — as mais poderosas –, além de outras menores. Viu-se atividade similar em outra mancha de mesmo porte, um pouco menor, em 2003.

As manchas são produzidas por verdadeiros frenesis magnéticos que ocorrem na superfície do Sol, levando à ejeção de grandes quantidades de matéria solar na direção para onde apontam. Conforme o Sol gira, ele pode muito bem disparar essas rajadas de partículas na nossa direção. O que não é bom.

Embora não sejam ameaça diret

É isso aí, o negócio é perigoso. Uma tempestade solar capaz de causar exatamente isso atingiu a Terra em 1o de setembro de 1859 e foi registrada pelo astrônomo Richard Carrington. Na época já foi um negócio assustador. Auroras boreais chegaram a ser vistas em Cuba e no Havaí, regiões próximas ao equador. Operadores de telégrafo levaram choques, e alguns sistemas continuaram a funcionar mesmo depois de desconectados de suas fontes de energia.

Se acontecesse hoje, um novo evento Carrington seria ainda mais dramático, pois somos muito mais dependentes de sistemas elétricos do que éramos em 1859. Uma estimativa recente prevê um prejuízo de mais de US$ 1 trilhão, só nos Estados Unidos.

E pode acontecer. Uma tempestade similar à do evento Carrington foi vista deixando o Sol em 2012. Felizmente, “errou” a Terra. Mas estima-se que a probabilidade de vermos o fenômeno se repetir até 2022 e efetivamente nos atingir é de 12% — nada negligenciável.

a à vida, essas tempestades solares podem danificar satélites e até mesmo prejudicar o funcionamento de nossas redes elétricas. Dependendo do tamanho, elas poderiam muito bem causar um blecaute global.

Uma coisa curiosa, contudo, é que a mancha associada à tempestade de 1859 era de porte médio, bem menor que a atual. O que mostra que não é preciso uma supermancha para ter uma supertempestade.

De toda forma, não custa permanecermos ligados no que rola no Sol até a atual mancha se dissipar. Vai que, né?

https://mensageirosideral.blogfolha.uol.com/2014/10/30/uma-mancha-solar-gigante/